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Site do Movimento Mundial da Paz e Mudança ao Sincronário das 13 Luas

13/10/2014

Desvelando a Matriz Feminina: Isis, Inanna e Islã

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Publicado em 12 de outubro, 2014

Desvelando a Matriz Feminina: Isis, Inanna e Islã

1.27.3.22: Enlaçador de Mundos Galáctico Branco Kin 86 e 86º post do blog. Dia 58/812

Eu, Isis, sou tudo o que foi, que é ou será. Eu, que fiz luz das minhas penas, o vento das minhas asas, nenhum mortal nunca me tem revelada! - Até agora. – (inscrito no tempo de Isis, em Sais)

À medida que a estrela da manhã desaparece, a deusa Suméria Inanna descende no Submundo onde ela deve passar através de 7 portões. A cada portão (correspondendo aos 7 chácras) ela é despida de um de seus poderes. Finalmente, ela adentra o sacrário interior, nua, e fica diante da Rainha do Submundo. Ela é aniquilada, mas, então, a partir do amor das pessoas ela ressuscita, recupera seu estado real e surge como a Rainha do Céu.

Na última Lua Lunar, Vênus desapareceu do céu matinal e surgirá, novamente, como a estrela da noite em 4 de Dezembro de 2014, Sol Planetário Amarelo, kin 140. Vênus está associada com o profeta Mexicano Quetzacoatl, bem como com Inanna (ambos tinham um irmão gêmeo). As histórias deles são sinônimas com o que está se exaurindo no nosso planeta hoje, com os temas chave da morte e da ressurreição. Para saber mais sobre os ciclos de Vênus ver: http://cayelincastell.com/wp-content/uploads/2014/02/Venus-Cycle-Outline-with-Story-etc..pdf

Inanna também está relacionada à Isis, a deusa Egípcia da natureza e da magia.

Tudo é um código. Nosso trabalho é ler os sinais e, então, reunir as peças do qubra-cabeças conformemente, tal como Isis remontou o corpo de seu marido Osirus depois que ele foi desmembrado em 14 peças. O que nós vemos se exaurindo no planeta hoje representa, simbolicamente, a frequência da guerra sobre a matriz feminina (Isis).

A matriz feminina é a Mãe Primal, o fundamento subjacente de toda existência, o Uno que recorda, apoia, nutre e sustenta toda vida. Essa guerra é a guerra sobre a VIDA. No ciclo histórico um grande sistema de rede artificial foi colocado sobre o planeta terra, o qual foi desenhado para manipular e controlar a energia feminina, de modo que a energia da Deusa das 13 Luas se tornou ocultada.

“O caminho seco através das águas do caos 12:60 (artificial) proporcionado pelo Sincronário da Paz, verdadeiramente, é para a salvação da vida na Terra.” Valun Votam/José Arguelles

Há muito seu nome foi Ísis, Rainha das primaveras benevolentes: Venham a mim todos vocês que trabalham e são oprimidos e eu lhes darei seu descanso. Outros a conheceram como Madalena, com o célebre vaso repleto de bálsamo curativo. Os iniciados a reconhecem sendo Notre Dame De Cross (n.t.: Nossa Senhora da Cruz) – Le Serpent Rouge

O Novo Feixe Galáctico iniciado em 26 de Julho de 2013 inaugurou o retorno do ciclo feminino. Esta data está ligada à estrela Sírius, a qual está associada com a Deusa Ísis. Ela é o princípio feminino que personifica a natureza da qual o homem aprende. Ela foi casada com Osrius e deu à luz Horus, o olho-que-tudo-vê.

A Grande Mãe Ísis também foi apresentada no “nascimento” do novo feixe galáctico, ela É o novo feixe ressuscitado através da união de opostos: a alquimia perfeita do Feminino Divino e do Masculino Divino. O equilíbrio e resolução entre masculino e feminino dentro de cada um de nós nunca foi mais urgente.

Amor e Guerra

O que significa que a Deusa Ísis tem sido substituída na tecnosfera por imagens de guerra e matança?

Qual é a origem mais profunda desta guerra com relação à matriz feminina?

Nos reinos externos há (entre outras coisas) conflito entre os Muçulmanos Shiitas e Sunnitas. Um argumento chave é quem deveria suceder o Profeta Maomé depois de sua morte em 63 (Em 632 Pacal Votan tinha 29 anos e estava em seu segundo ano de governo em Palenque).

ISIS (sigla em inglês para Estado Islâmico do Iraque e da Siria) representa Muçulmanos Sunnitas) e o governo do Iraque, primariamente, representa os Muçulmanos Shiitas.

Os Muçulmanos Shiitas remontam à linhagem sanguínea de Maomé. Seguidamente à morte de Maomé, em 8 de Junho de 632, o Islã se dividiu em duas escolas. Uma escola segue a tradição dos Iman (a escola Shiita) e a outra escola segue o Hadith e a Suna (a escola da Suna). O Hadith e a Suna são os ditos e histórias do profeta nos quais a lei da sharia está baseada.

Por sua vez, os Shiitas têm um sistema de lei, mas operam sob um princípio mais hierárquico. A tradição dos Imans acreditava que Maomé deveria ser sucedido por um membro de sua linhagem sanguínea. Maomé nomeou seu sobrinho Ali como seu sucessor, porque todos seus filhos tinham morrido (embora restasse sua filha Fatima), Naquela época, mulheres não eram nomeadas para os papeis de poder. Ali foi considerado o primeiro Iman da tradição Shiita. Em contraparte, os Sunitas pensaram que Abu Bakr, um dos primeiros convertidos de Maomé, deveria ser o seu líder.

Os Muçulmanos Shiitas estão aguardando o retorno do 12° e último Iman ou Mahdi, que se acredita estar em ocultação até o “fim do tempo”, o que também coincide com o retorno de Cristo. Deste modo, pode-se dizer que Fátima foi o 13º, o princípio feminino ocultado. Fatima é frequentemente retratada com traços similares aos de Maria na tradição Cristã. Ela se casou com seu primo Ali e o filho primogênito deles, Hasan Ibn Ali, tornou-se o segundo Iman. Acredita-se que cada Iman veio ao mundo portando quatro tipos diferentes de luz, e cada luz tem sete graus, igualando 28.

Ísis, Luas de Sangue e Dias Santos Judaicos

Recentemente nós testemunhamos o segundo eclipse numa tétrade (uma série de quatro eclipses lunares totais consecutivos, com seis luas cheias entre eles e nenhum eclipse lunar parcial interveniente). Eles também são conhecidos como Luas de Sangue: http://www.space.com/25409-four-blood-moons-tetrad-lunar-eclipse.html.

A terceira lua de sangue acontece no Kin 1, no primeiro dia da Lua Planetária da MANIFESTAÇÃO, a qual detém significado profundo.

A Bandeira da Paz contém três círculos vermelhos mantidos juntos por um círculo de unidade vermelho maior significando Um Sangue. Sirius está conectada com a cor vermelha porque parece vermelho quando aparece ao longo do horizonte.

Caveira da Rainha Vermelha com cinabre vermelho. No Templo 12 de Palenque está o Templo das Caveiras e o Templo 13 aloja a tumba da Rainha Vermelha.

Maria Madalena também está associada com a cor vermelha assim como a caveira. (Observem o post anterior sobre Rennes-le-Chateau e a torre de Maria Madalena que, curiosamente, aloja a Bandeira da Paz, símbolo de Nicholas Roerich, construído no que muitos creem ser o templo de Ísis).

Este eclipse lunar tétrade é único à medida que sincroniza com os feriados Judaicos. Quatro eclipses totais também ocorreram em 1967-68, na Páscoa Judaica e Festa dos Tabernáculos coincidindo com a Guerra dos 6 Dias quando Israel retomou Jerusalém.

Os Eclipses Lunares são como segue:

15 de abril de 2014, Kin 167: Mão Espectral Azul (Páscoa)
8 de outubro de 2014: Kin 83: Noite Harmônica Azul (Sucot)
4 de abril de 2015: Kin 1: Dragão Magnético Vermenlho (Páscoa)
28 de setembro de 2015: Kin 178: Espelho Solar Branco (Sucot)
A soma dos números destes quarto kins é 429 (RQBMU) (n.t.: UMBRV ou Unidade Matriz Base da Rainha Vermelha).
429 – 260 = 169 — Kin 169 é Lua Cósmica Vermelha ou Lua 13.
169 = 13 x 13.
 13 é o número chave para a matriz do feminino divino.

Extraído do Blog da Rainha Vermelha: http://1320frequencyshift.wordpress.com/2014/10/12/unveiling-the-feminine-matrix-isis-inanna-and-islam/