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Site do Movimento Mundial da Paz e Mudança ao Sincronário das 13 Luas

05/11/2014

Antares, Virgin Galactic, Arte Planetária e GM108X

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Publicado em 03 de novembro, 2014

Antares, Virgin Galactic, Arte Planetária e GM108X

Hoje, Estrela Auto-Existente Amarela: Kin 108 é um código chave para a transmissão Mental Maia Galáctica. Também é o dia Dia dos Mortos no México e o 80º dia do ciclo de consciência solar de 812 dias. Kin 80 é um dos 13 sinais claros na tampa da tumba de Pacal Votan.

O propósito da transmissão mental GM108X é introduzir uma nova base de conhecimento para este planeta. Esta base de conhecimento, simultaneamente, unifica e sintetiza todo conhecimento e tradições verdadeiras prévios, através das lentes quadridimensionais da linhagem da mente Maia Galáctica.

A transmissão mental GM108X, a profecia de Pacal de Votan e a ciência da Lei do Tempo são inseparáveis.

À luz da GM108X, o que a atual colisão da Espaçonave significa?

Explosão do foguete Antares, Noite Cristal Azul (28 de outubro de 2014) foto Jay Diem AP

Nós de Antares, que há muito havíamos lidado com ciclos de perecibilidade e, portanto, para nós morte é virtualmente não existente, ao menos morte como a conclusão ou fim de alguma coisa. As coisas não findam. Elas reciclam, transmutam, tornam-se outra coisa.
A sonda de Arcturus/José Arguelles

O Foguete Antares da Orbital Science explodiu no kin 103: Noite Cristal Azul (28 de outubro de 2014). Três dias depois, a Espaçonave Dois da Virgin Galactic colidiu no kin 106: Enlaçador de Mundos Lunar Branco (31 de outubro de 2014).

Explosão da Espaçonave Dois da Virgin Galactic no Enlaçador de Mundos Lunar Branco (31 de outucro de 2014)

Qual o significado simbólico destes dois eventos?

À luz da profecia Telektonon, a primeira colisão ocorreu na Noite Cristal, a qual corresponde ao planeta Saturno e à superação da ganância e materialismo. A Orbital Science mantém um contrato de 1.9 bilhões de dólares com a NASA para pilotar oito missões robóticas à Estação Espacial Internacional usando Cygnus e Antares (Cygnus uma espaçonave Antares foi inicialmente lançada no Espelho Planetário Branco, Kin 218: 18 de setembro de 2013, como mencionado no post anterior)

A segunda colisão ocorreu no Enlaçador de Mundos Lunar, correspondendo ao planeta Marte, chave para a superação do medo da Morte. Enlaçador de Mundos Lunar também é um dos 13 sinais claros na tampa da tumba de Pacal Votan e o único sinal na direção norte.

Enlaçador de Mundos é, também, a segunda câmara (Espaçonave Dois) na onda encantada da Serpente, representando o desafio da morte. A Serpente corresponde à Maldek, tabu sexual e Paraíso Perdido.

É interessante contemplar a repetição Maldek-Marte à luz da cauda destruída da Espaçonave Dois lançado em pedaços nas proximidades da palavra ‘Virgem’ visível no metal rasgado, esta espaçonave custou aproximadamente 500 para ser desenvolvida, e a Virgin Galactica tinha diversas pessoas, incluindo muitas celebridades, inclusive Brad Pitt, Angelina Jolie, Leonardo DiCaprio e Justin Bieber reservaram seus assentos de $250.000, na esperança de uma viagem ao espaço no próximo “Outubro”.

O que nós estamos buscando no espaço exterior? Como nós podemos entender o espaço exterior se nós não entendemos o espaço interior?

No mesmo dia da colisão da Espaçonave Dois (que também era Samhain-Halloween), um artigo interessante foi publicado no Dailu Mail relativo à existência de universos paralelos: http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2816039/Parallel-universes-exist-Multiple-versions-living-alternate-worlds-interact-theory-claims.html

Acidentes com Espaçonaves como Lançamentos de Nave do Tempo

A mensagem destes dois acidentes poderia estar sinalizando-nos a voltar nossa atenção do espaço exterior para o espaço interior? Ou melhor, voltar nossa atenção para longe do espaço tridimensional de modo a sintonizarmos no tempo quadridimensional?

José Arguelles/Valum Votan inicialmente estende o entendimento de que o planeta terra não é uma espaçonave, mas uma nave do tempo ou um veículo quadridimensional codificado com todas as leis do tempo cósmico. À medida que este veículo se move no tempo, ele libera níveis de informação diferentes de acordo com uma combinação universal de programas de liberação de tempo.

Neste ponto, os eventos estão se desdobrando a um ritmo rápido tal, que é impossível se manter na 3D, muito menos articulada. Nós estamos em território sem precedentes, com muita informação para processar. À medida que esta etapa culmina (transição biosfera-noosfera), nós estamos sendo faseados para dentro da civilização telepática, como anteviu o trabalho de 1981 de José Arguelles Crônicas de Arte Planetária: a Elaboração do Quinto Anel.

Origem da GM108X na Terra

Nas Crônicas de Arte Planetária, Arguelles descreve um universo paralelo futurista onde telepatia é a norma e onde ARTE é mais poderosa que tecnologia mecanicista. Enquanto escrevia este livro, a corrente 108X paralela foi revelada pela primeira vez a ele.

Pintura de Jose Arguelles 1968. PAN (*sigla em inglês para rede de arte planetária) foi visionada como uma rede de artistas que uniriam forçar para criar transformação planetária positiva. O propósito principal da PAN era a realização da Terra inteira como uma obra de arte.

Na Velatropa distante. Embora desprovida de pleno domínio da mente. De forma medida, com coração rítmico.
Tudo que é feito é feito como arte!
—José Arguelles, Crônicas de Arte Planetária

Crônicas de Arte Planetária envolve a luta pela supremacia do mundo entre os artistas organizados como a Rede de Arte Planetária (PAN) e o Sindicato da Evolução Material. Ele previu que os tempos ficariam piores e o que salvaria o planeta seria uma Rede de Arte Planetária (PAN).

A ideia do livro veio dos encontros de Joe com seu amigo John Steinbeck Jr. (filho do escritor famoso). John disse a ele: “Escute, José, pare toda esta teorização abstrata. Faça acontecer. Todo esse papo de arte e o planta – por que você não escreve um romance sobre um planeta arte?

Crônicas de Arte Planetária marcou a primeira vez que José experimentou clariaudiência. Ele identificou as vozes como vindas de Arcturus. A esta altura o código de sua missão foi revelado como 108X, o nome deste setor da galáxia (Velatropa), e nossa designação do Sol, Velatropa 24 (V.24) com a Terra codificada como V.24.3. (Observem que o kin equivalente de hoje no Synchronotron é kin 243)

A ideia de artistas ao redor do planeta engajados telepaticamente transformando o ambiente da era industrial numa obra de arte em escala global massiva está na base de sua visão do PAN. Através deste trabalho sem precedentes, a Terra e sua sociedade humana poderia ser transformada numa arte-inteira global. A Bandeira da Paz era o símbolo para unificar artistas numa escala planetária.

O livro descreve a PAN como:
uma banda vitoriosa de artistas telepatas que conquistam o mundo com sua ciência de harmonia superior. Isso acontece através de um entendimento habilidoso do planeta como um campo ressonante e um consequente acionamento dos anéis da Terra.

Assim como a bomba atômica foi criada a partir da equação E=mc², assim são os anéis arco-íris da Terra criados a partir da equação T (E) = Art (Energia fatorada por tempo é arte).
Art Planet Chronicles está disponível agora pela primera vez em brochura!!

Extraído do Blog da Rainha Vermelha:
http://1320frequencyshift.wordpress.com/2014/11/03/antares-virgin-galactic-art-planet-and-gm108x/